Investindo em momentos de retração econômica

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Em nossas atividades de prospecção de negócios junto a clientes e clientes potenciais, temos visto que algumas empresas têm relatado dificuldades em realizar novos investimentos, por conta do cenário econômico (e político) adverso e por sentir na pele a redução do volume de negócios. A ordem do dia tem sido “reduzir despesas e adiar investimentos” para proteger o caixa, até que o país retome o crescimento, algo que ainda não sabemos quando irá de fato ocorrer. Essa lógica poderia representar uma barreira a novos projetos e gerar certa paralisia nas empresas e nos investimentos (qualquer semelhança com a realidade NÃO é mera coincidência).

E você, concorda? O que faria como gestor?

Para responder a essa pergunta, irei recorrer a matemática (mas sem excessos) e explorar um cálculo bastante familiar a qualquer empresa:

Resultado = Receitas – Despesas

De acordo com essa expressão matemática, é importante destacar que o resultado do negócio não pode ser definido a priori, mas que ele depende de dois fatores: receitas e despesas. O que o cenário econômico tem feito é pressionar esse resultado para baixo, geralmente porque as receitas têm sido menores devido à redução no volume de negócios. As empresas, por sua vez, promovem ajustes em sua estrutura de custos, buscando acompanhar a redução da receita. Entretanto, se a redução nas despesas não possuir a mesma magnitude que a redução das receitas, está criado um problema financeiro. E então os investimentos passam a ser adiados, de forma que esse adiamento passa a (supostamente) contribuir para o equilíbrio financeiro do negócio. O raciocínio tem até certa lógica.

Uma das maneiras de reverter esse quadro poderia ser obtida pelo aumento de receitas. Entretanto, com o mercado em retração, o aumento do volume de negócios torna-se difícil de obter (sem novos empreendimentos) e reajustes precisam ser negociados junto aos clientes. Mesmo que um reajuste seja conseguido, ou imposto, a concorrência ganha espaço para competir através de um menor preço.

A segunda maneira de amenizar o desequilíbrio financeiro está em reduzir as despesas e chamo a atenção para o seguinte aspecto: reduzir despesas (ou custo) não dependem do mercado, dos clientes ou do momento econômico. Portanto, basta que recursos sejam direcionados para essa atividade. Esse deve ser o foco.

 

Mas o caixa de empresa permite investimentos?

Sim, sim, sim! Como qualquer investimento, deve haver um retorno previsto e espaço no fluxo de caixa da empresa. Considerando as dificuldades impostas pelo momento econômico, a Kimia tem atuado junto a seus clientes (e clientes potenciais) de forma a identificar oportunidades para reduzir custos no curto prazo e com retorno de até 5 vezes o valor investido. Somente após identificar essas oportunidades é que as duas empresas, Kimia e o cliente, tem iniciado a discussão com o objetivo de estabelecer um contrato de prestação de serviço e definir investimentos. Essa abordagem, na prática, torna a decisão pelo investimento mais lógica e simples de ser tomada, uma vez que os ganhos potenciais já foram calculados.

A seguir, alguns exemplos de redução de custo que podem ser calculados e justificariam o investimento em uma iniciativa de melhoria de processo:

  • Redução de horas extras;
  • Redução de fretes dedicados;
  • Redução de estoques;
  • Redução da perda de material direto e indireto;
  • Melhoria do atendimento e redução dos atrasos de entrega;
  • Melhoria de produtividade;
  • Etc.

Esse tem sido o caminho que algumas das empresas tem apostado e seguido, colhendo grandes frutos com suporte da Kimia. Uma maneira excelente de não depender somente dos ciclos econômicos favoráveis para obter bons resultados financeiros, e ainda estar melhor preparado para o momento em que a economia voltar a crescer!

Precisa de ajuda para identificar oportunidades de redução de custo no curto prazo? Escreva para contato@kimia.com.br .

Guilherme Sandrini